segunda-feira, 10 de novembro de 2014

UMA VISÃO ABRANGENTE DO QUE ESTÁ ACONTECENDO À NOSSA PÁTRIA

Eulalio,

Os patriotas coronéis e generais das forças armadas liderados em 1995 pelo brigadeiro Ivan Frota da FAB e o coronel do exercito Arilton Nunes publicaram um manifesto antes do inicio desse desmonte do estado, as matérias foram publicadas pelos jornais a tribuna da imprensa e a gazeta mercantil no dia 8 de julho de 1995, mas foi em vão tudo continua a acontecer a entrega do patrimonio publico, até as figuras envolvidas são as mesmas, o ex-diretor da Gaspetro que massacrou os petroleiros na greve de 1995, o sinistro sr paulo costa foi nomeado por FHC em 6 de agosto de 1996 como diretor da área de gás a Gaspetro, criada em caráter temporário para "gerir" a construção do Gasbol com a sinistra petrolífera americana Enron que gerou prejuízos de 10 bilhões de dólares para o brasil e para a Petrobras, uma CPI sobre esse escândalo internacional foi barrado junto com a CPI do Sivam que foi outro escândalo internacional ocorrido na mesma época na gestão FHC, gerando prejuízos também da ordem de 2 bilhões de dólares no contrato assinado em 1995 com a sinistra empresa americana Raytheon do ex-presidente Ronald Regan para "monitoramento aéreo da amazônia- o Sivam" os computadores centrais do Sivam ficam na cidade de New York com o sistema brasileiro e uma sucursal via satélite que fica em Anápolis.

Artigo do João Victor Campos sobre os planos secretos do globalismo mundial e dos megaespeculadores internacionais para "controlar" o desenvolvimento das nações emergentes arquitetado pelo consenso de Washington - proposta de Henry Kissinger para os emergentes.

Revelações sobre o relatório secreto de Henry Kissinger sobre a participação dos EUA em golpes militares na América Latina e também na fase pos-golpe que seria a mais nefasta fase de "neoliberalismo entreguista" pois a maioria das nações emergentes passariam por constrangimentos e medidas impopulares e plano econômicos que garantissem uma "estabilidade temporária" para implementar privatizações fraudulentas e entrega das riquezas e venda de estatais de infraestrutura (gigante mineradora Vale do Rio Doce e as doze gigantescas siderúrgicas brasileiras, pois o Brasil era nos anos 1990 o quarto maior produtor de aço do mundo e a vale era a maior mineradora do planeta) e as empresas do setor energético (petrolíferas e as cobiçadas empresas estatais brasileiras geradoras de energia elétrica) visando a entrega do patrimonio público a preços de banana aos megaempresários do sistema financeiro internacional (IMF- international Monetary Fund).

Esses bancos norte-americanos já prevendo um estouro no sistema monetário norte-americano, como realmente ocorreu trinta anos depois da divulgação do documento de Kissinger "National Security Secret Memorandum - NSSM-200"- colapso financeiro americano explodiu em 2008, nesse documento eles transformariam antes do colapso suas aplicações financeiras voláteis e moedas podres em ativos do setores de infraestrutura no brasil, México e Argentina. no México o alvo foi a gigante petrolífera Pemex, na argentina foi o gás da Patagônia e os campos petrolíferos. no brasil o alvo dos megaespeculadores como George Soros visaram a maior mineradora do mundo a Vale do Rio Doce e o aço brasileiro, quatro produtor mundial, siderúrgicas brasileiras (que eram as maiores do mundo na década de 1990) de energia na América Latina (empresas estatais do segmento de gás e petróleo, energia elétrica, etc).

Tudo isso foi arquitetado, passo a passo, incluindo orientações aos governos no brasil, durante os governos Collor e FHC, em medidas visando "provocar sindicatos para desgaste de estatais -alvos das privatarias junto a opinião publica, exatamente nos momentos das campanhas presidenciais de alinhados as privatizações (como aconteceu com Collor, FHC e Aécio usaram estatais do setor de energia como alvos), durante as votações de quebras de concessões estatais em Minas Gerais (a Cemig foi alvo de ataques ferozes nas campanhas de Aécio em Minas Gerais e virou fonte de recursos para as remessas do mensalão tucano entre 1998 e 2002) e também promover greves suicidas" e outras ações mafiosas como nomear algum testa de ferro para se aliar aos plano do governo, como ocorreu na Petrobras em 1995 o senhor Paulo Roberto Costa foi um feroz aliado dos tucanos perseguiu petroleiros na greve suicida de maio de 1995 e como premio ele foi nomeado por FHC no dia 6 de agosto de 1996 na nova diretoria do gás criada por FHC - Gaspetro- para acudir a empresa petrolífera norte-americana Enron na construção do Gasbol, como realmente ocorreu em maio de 1995 na Petrobras, o contrato foi assinado com a falida Enron já em processo investigativo na suprema corte americana. Os prejuízos causados pela Enron no mundo total foram superiores a 50 bilhões de dólares, somente no escândalo da construção do gasoduto Gasbol foi de 10 bilhões de dólares, esse prejuízo foi todo jogado pelo sr FHC encima da Petrobras que assumiu sozinha a construção desse mega gasoduto.

Num documento secreto elaborado pelo banco de Boston no inicio do primeiro governo civil eleito em 1989, vazou nos primeiros meses do governo Collor, algum patriota leu o teor lesivo do documento e foi publicado no RR- Relatório Reservado edição de junho de 1990, uma revista que só tem acesso os empresários e alguns poucos brasileiros mais bem informados com informações privilegiadas, o documento foi descoberto em abril de 1990 intitulado "preliminary ideas for privatization master plan in brazil - first bank of boston consultant". esse documento mostra passo a passo o que os governos Collor e FHC fizeram estão perfeitamente alinhados com os interesses do capital estrangeiro e com as metas do IMF para as nações emergentes nos governos civis que sucederam aos militares na América Latina.

Poucos brasileiros sabem que o Sr Paulo Roberto Costa e o doleiro operador da conta tucano e contas CC-5 são velhos conhecidos dos tucanos, é um antigo aliado desses tucanos, pois ele foi nomeado por FHC em 06/08/1996 (vide publicações do Diário Oficial da União - DOU- e da Gazeta Mercantil desse mesmo dia) para gerir os dois casos mais polêmicos e constrangedores e lesivos que aconteceram na Petrobras, a troca da REFAP -Refinaria Alberto Pasqualine de Canoas-RS com uma refinaria velha e obsoleta da petrolífera espanhola REPSOL na Argentina, a refinaria de Bahia Blanca que nunca deu lucros, só prejuízos e chegou a ficar fechada por muito tempo após acidentes- e também gerir o escândalo internacional da petrolífera Enron que faliu no mundo inteiro em meados da década de 90 e ela foi empurrada pelo Sr Fernando Henrique e os dirigentes do IMF para ser uma "parceira da Petrobras" e adivinhem quem foi que geriu esse absurdo, exatamente o Sr Paulo Roberto Costa, que após massacrar os petroleiros nacionalistas que resistiram ao desmonte durante a greve geral de maio de 1995, greve esta provocada pelo próprio FHC e seu aliado Sr Renno ao "rasgar" o acordo sindical dos petroleiros feito pelo antecessor Sr Itamar Franco, conhecido como "acordo de juiz de fora", atendendo a meta internacional de provocação de sindicatos para desgastar as estatais na opinião e garantir o desmonte e entrega ao capital privado.

A troca de ativos da moderna e eficiente refinaria REFAP no Rio Grande do Sul pela minuscula sucata argentina (refinaria de Bahia Blanca) foi uma escândalo financeiro de proporções internacionais, pois foi dado de brinde 10% das reservas do campo gigante Albacora Leste (óleo da plataforma p-50) e a própria REFAP, esse patrimonio estimado em 5 bilhões de dólares foi trocado por uma refinaria sucata e minuscula de 35 milhões de dólares que só deu prejuízos. essa negociata foi feita apenas sete meses após o desastre da P-36, por ação irresponsável do então presidente da ANP Sr David Zilbersztajn (genro de FHC), a plataforma chegou ao brasil com mais de 550 não conformidades, um presente de grego para os petroleiros pois foi construída absurdamente num contrato turn-key negociado entre FHC, David e o corrupto dono da Maritma msr geramn eframovitch (hoje dono da Avianca e da Oceanair compradas com o lucro exorbitante da P-36), que explodiu na bacia de campos em 15 de março de 2001 e afundou matando 11 petroleiros e prejuízos de 2 bilhões de dólares

E agora esses cínicos corruptos escolhem ao acaso uma refinaria comprada no EUA com capacidade gigantesca de estocagem de hum milhão de barris e de processamento de 100 mil barris que gera lucros de 100 milhões de dólares por ano e se paga em 10 a 11 anos, esses realmente acreditam que os eleitores sejam totalmente manipuláveis, desinformados e escondem os escândalos tucanos de maneira cínica e maquiavélica, até os desastres de Aécio Neves nas áreas essenciais em Minas Gerais, educação, saúde e segurança, a mídia mineira que pertence ao corrupto cheirador de pó Aécio Cheira Neves, eles esconderam na campanha presidencial pois somente os mineiros, principalmente os policias, professores e agentes da saúde sentiram na pele o desastre do famigerado "choque de gestão" que causou o sucateamento dos serviços públicos gerando o caos no estado de Minas Gerais. no dia 15 de outubro os professores fizeram uma mega passeata em belo horizonte contra esse desqualificado drogado sr Aécio e a rede globo e as emissoras locais não fizeram sequer a cobertura desse manifesto. Na próxima semana os policiais civis e militares e juristas do TJMG planejam fazer um manifesto semelhante contra o sr "Aécio Never"

Boa leitura e espero que reflitam sobre o que esta acontecendo na América Latina e no Brasil, chegou a hora de o brasileiro acordar e sair do berço esplendido e acabar de vez com esse coronelismo politico nefasto fortemente compromissado com os interesses do capital estrangeiro como foi Collor, FHC e agora esse sinistro desequilibrado e drogado cheirador de cocaína desqualificado que sucateou o nosso estado de Minas Gerais sem nunca ter morado lá.


Enviado por Gustavo Santos para Tribuna da Internet


UMA VISÃO ABRANGENTE DO QUE ESTÁ ACONTECENDO À NOSSA PÁTRIA

João Victor Campos


COUNCIL ON FOREIGN RELATIONS

Nos Estados Unidos, após a Primeira Guerra Mundial, foi organizado o chamado Council on Foreign Relations (Conselho de Relações Exteriores), voltado para a implantação de um governo mundial. Esse grupo detinha o controle absoluto dos meios de comunicação de massa, formado pelos veículos de persuasão então disponíveis, a saber, imprensa escrita, rádio, indústria cinematográfica e televisão.

CLUBE BILDERBERG

Em 1954, surgiu em cena o Clube Bilderberg, na Holanda, também voltado para a formação de um organismo único, capaz de concretizar a hegemonia total, com base num governo mundial, alicerçado numa economia global e numa religião global.

A nata que constituiu o Conselho Diretivo do Clube foi formada por banqueiros, industriais, donos de meios de comunicação de massa, membros de famílias reais europeias, presidentes, primeiros ministros, secretários de Estado, lideranças militares e outras personalidades, que realizaram reuniões anuais com o objetivo de encontrar os caminhos para a chegada a um Governo Mundial Secreto.

O Conselho Diretivo desse Clube teria um número máximo de delegados, sendo 2/3 compostos por europeus e o restante 1/3 por representantes dos EUA e do Canadá.
Foram dois os objetivos imediatos fixados pelo Clube Bilderberg: o primeiro, consistente na articulação da elite econômica e política do Mundo Ocidental para fazer face ao avanço do comunismo no século XX; o segundo (hoje considerado de maior prioridade, devido à implosão do Bloco Soviético), consistente no que se convencionou chamar Teoria da Conspiração, voltada para a completa dominação do planeta exercida por meio de um Governo Mundial.

O segundo objetivo seria alcançado com a utilização da Organização das Nações Unidas (ONU), fazendo-a tender para a construção de uma nova ordem mundial, dotada de moeda, forças armadas e religião comuns e a serviço da quebra da espinha dorsal da soberania das nações emergentes e das nações subdesenvolvidas, especialmente aquelas detentoras de reservas estratégicas, com fartura de recursos minerais, água e biodiversidade — o Brasil colocado em primeiro plano.

COMISSÃO TRILATERAL

A chamada Comissão Trilateral foi fundada em 1973 pelo Sr. David Rockefeller para reunir, principalmente, os banqueiros da Europa, dos EUA e do Japão. A composição de tal grupo deixa antecipadamente explicada a imensa influência que ele veio a ter na economia e na política mundiais, principalmente depois que evoluiu para o que o Plebiscitos Revolucionários designa como sendo o Cartel Imperialista Multinacional dos Banqueiros — ramificação do Cartel Imperialista Multinacional gerado pelo Diálogo Interamericano, a ser focalizado linhas adiante.

RELATÓRIO KISSINGER

Em 10.12.74, o Conselho de Segurança Nacional dos EUA emitiu o Memorando de Estudo de Segurança Nacional — NSSM-200, também conhecido como Relatório Kissinger. Trata-se de um documento que expõe, explicitamente, uma estratégia pela qual os EUA promoveriam, de forma agressiva, o controle populacional dos países em desenvolvimento, para o fim de assegurar-se cômodo acesso às riquezas naturais desses mesmos países.

Preocupado com a proteção dos interesses comerciais dos EUA, o Relatório Kissinger cita alguns dos fatores capazes de interromper o fluxo contínuo de matérias primas oriundas dos países menos desenvolvidos. Entre esses fatores, acha-se a grande população da juventude anti-imperialista, a qual, de acordo com o Relatório, deve ser limitada pelo controle populacional. O documento indica 13 nações, o Brasil entre elas, que iriam merecer as atenções iniciais dos EUA no exercício das atividades de controle populacional.

OBSERVAÇÕES SOBRE O RELATÓRIO KISSINGER

O controle populacional de que o Relatório Kissinger se ocupa pode parecer fantasioso. Mas existe uma constatação que bem poderia mudar esta primeira impressão. É que as frequentes campanhas de vacinação em massa têm sido feitas entre nós com resultados muito satisfatórios, em contraste com a acentuada e costumeira ineficiência da administração pública burocrática do País. É para ficarmos intrigados com essa tão surpreendente eficiência na vacinação em massa, uma vez que, segundo fontes fidedignas, existem vacinas muito apropriadas para a inoculação de componentes esterilizantes.

DIÁLOGO INTERAMERICANO

Aproveitando o aparente caos político e institucional na América Latina, em seguida à Guerra das Malvinas e à crise da dívida externa, ambas consumadas em 1982, o imperialismo multinacional se moveu rapidamente para ampliar sua dominação econômica e política na região. Em junho, julho e agosto de 1982, foram organizados três seminários para debater as repercussões da Guerra das Malvinas nas relações interamericanas, sob os auspícios do Centro Internacional para Acadêmicos Woodrow Wilson, uma espécie de banco de cérebros, com sede em Washington. Desses seminários surgiu a concepção do Diálogo Interamericano e, de outubro de 1982 a março de 1983, o Centro patrocinou uma série de reuniões já dentro de tal ideia, nas quais 48 delegados da América Latina, a título pessoal, debateram um longo temário.

A fundação do Diálogo Interamericano se deu em 15 de outubro de 1982 e contou com a presença do então Secretário de Estado, Sr. George Shultz, e do Subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos, Sr. Thomas Enders.

O Sr. Fernando Henrique Cardoso subscreveu a ata de fundação do Diálogo Interamericano, devendo, portanto, ser incluído entre os entusiastas da iniciativa.

De aí em diante, o Diálogo Interamericano passou a reunir-se a cada período de dois anos.

O Cartel Imperialista Multinacional dos Banqueiros dedicou-se, então, à agenda que lhe iria garantir o recebimento da dívida externa dos países do Terceiro Mundo pelo modo que havia sido planejado (dívida externa essa cujo crescimento descomunal ele próprio promovera ardilosa, implacável e impiedosamente).

Na linha da estratégia traçada pelo Diálogo Interamericano, o Fundo Monetário Internacional – FMI obrigou um Brasil no limiar da insolvabilidade a pôr em prática, entre outras medidas do mesmo gênero, após o ano de 1985:

1 — redução das importações em 17,5%;
2 — destruição em 20% da força de trabalho brasileira;
3 — completa e escamoteada indexação para baixo nas mudanças no sistema de revisão do valor dos salários;
4 — cancelamento dos projetos industriais de tecnologia avançada;
5 — eliminação de US$10 bilhões no crédito subsidiado para a agricultura;
6 — estímulos aos investidores estrangeiros para a compra e controle de empresas públicas e privadas brasileiras;
7 — redução, quanto possível, da explosão demográfica;
8 — imposição de condições preparatórias da privatização de empresas estatais, inclusive as lucrativas indústrias brasileiras de mineração, de hidroeletricidade e outras fontes de energia e de siderurgia.


OBSERVAÇÕES SOBRE A PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRÁS

A Petrobrás ficou, inicialmente, excluída da privatização, em razão de estar protegida pelo monopólio estatal. Mas, em 1990, foi objeto de um memorando preparado e entregue ao nosso governo (Fernando Collor de Mello)   pelo C. S. First Boston (Credit Suisse First Boston) intitulado Preliminary Ideas on the Development of a Master Plan for Privatization, onde se dizia:  “importantes resultados e recursos de capital podem ser obtidos pela via das privatizações a nível de subsidiárias, tendo como candidatas óbvias as empresas Petroquisa e Petrofértil.”

Nos governos do Sr. Fernando Henrique Cardoso a Petrobrás só não foi levada a leilão devido à resistência popular. Mas diversas iniciativas voltadas para a privatização foram tomadas quando estiveram na presidência da empresa os Srs. Henri Philipe Reishsstul e Francisco Gross, com um passo audacioso tendo sido então dado: a venda de grande parte das ações da Companhia na Bolsa de Nova York. Se fossem válidas essas alienações, — hipótese admitida apenas para argumentar — a Petrobras se apresentaria hoje como uma empresa transnacional.

DEBIT-FOR-EQUITY

A estratégia dos bancos começou a se materializar a partir de uma reunião em Vail, Colorado, USA, em agosto de 1983, quando o então consultor da empresa Kissinger & Associates e diretor do Banco Morgan Guaranty, Sr. Alan Greenspan (que viria a se tornar presidente do FED, o Banco Central dos EUA), expôs as linhas básicas da nova política dos bancos: converter os títulos da dívida externa em poder dos bancos em “títulos de posse de ativos nas nações devedoras”.

Na reunião, foi diagnosticado ter chegado a hora de suspender totalmente a concessão de novos créditos bancários aos países do Terceiro Mundo, para obrigar seus governos à adoção do esquema recomendado, o qual ficou conhecido como Debit-for-Equity(Dívida por Ativos).

Palavras do Sr. Greenspan: — … “está claro que, em lugar dos tradicionais empréstimos bancários privados, deve haver um grande número de investimentos diretos e acessos aos mercados de ações dos países menos desenvolvidos. Não podemos continuar a colocar dívida nova nos moldes tradicionais, porque isto cria situações críticas de pagamentos que os devedores não podem cumprir, o que constitui uma causa principal da atual crise da dívida. Com os ativos, tais situações não existem… Devemos converter dívidas em ativos… Esses países devedores têm saldos de exportação e matérias primas; o problema é: de que forma os credores teriam acesso aos ativos? 

Devemos ter formas de pagamento que não estejam especificamente relacionadas aos próprios limites de pagamento da dívida, mas aos futuros rendimentos das exportações e da exploração das matérias-primas”.

A Sr.ª Margareth Tatcher, a “Dama de Ferro”, sintetizou tudo isto de um modo bastante claro, fazendo uso das seguintes e terrificantes palavras: — “Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externas, que vendam suas fábricas, suas riquezas, seus territórios.”

A propósito desse atordoante ultimatum, é de ser registrado que o México fez pagamentos em petróleo, com a consequência desastrosa de quase exaurir suas reservas, as quais passaram de 50,78 bilhões de barris em 1995 para 12,62 bilhões de barris em 2003.

No Brasil, o Cartel Imperialista Multinacional dos Banqueiros atuou com grande desenvoltura junto à Assembleia Nacional Constituinte, onde um ativo lobby na Subcomissão da Ordem Econômica esteve a ponto de impor muitas das suas recomendações, como foi revelado num memorando especial da revista Executive Intelligence Review (EIR), em junho de 1987.

Com toda certeza, porém, o Cartel Imperialista Multinacional dos Banqueiros conseguiu ir muito além daquilo que havia inicialmente planejado, sem então contar com o nível assustador de corrupção que se havia estabelecido nas três esferas do Poder em nosso País. Ninguém que esteja seriamente preocupado com o futuro da Pátria Brasileira deixará de se encolerizar diante do que está meticulosamente e documentadamente narrado e explicado em impressionante estudo sob o título Anatomia de uma fraude à Constituição, de autoria de Adriano Benayon e Pedro Antônio Dourado de Rezende, agosto de 2006, concentrado no art. 166 da Constituição. Entre as outras conquistas do Cartel Imperialista Multinacional dos Banqueiros possibilitadas pelo referido nível altíssimo de corrupção acha-se o art. 164, com consequências, já por quase três décadas, ainda mais nefastas para a Pátria Brasileira.

No encontro de Vail, foi escolhido o Fundo Monetário Internacional (FMI) como executor da estratégia de impor políticas econômicas de austeridade e submissão com a finalidade de “espremer” os governos dos países devedores e abrir caminho para as reformas financeiras e bancárias necessárias ao funcionamento do esquema.

Os apertos financeiros aplicados ao Brasil, à Argentina e ao México deveriam ajustar-se aos pacotes do FMI, para ser alcançado o objetivo do estabelecimento da Nova Ordem Mundial, ou seja, a globalização da economia após os governos militares.

Estranhíssima e ironicamente, a falsa dívida externa do Brasil, que estava próxima de 90 bilhões de dólares em 1982, foi para 180 bilhões de dólares em 1992 e chegou a 240 bilhões de dólares em 2000, apesar da entrega aos credores de importantes empresas estatais.

A detonação da dívida pelo FMI deu origem à campanha da privatização das estatais, tendo merecido grande atenção inicial a Companhia Vale do Rio Doce e as empresas de hidroeletricidade, deixando-se a tentativa de privatização da Petrobrás para ser feita na conformidade de um plano mestre, o qual seria mais adiante apresentado (o Master Plan for Privatization, do C. S. First Boston).

A confissão da dívida e a assunção de todos os compromissos decorrentes da política da globalização ficaram constando de uma Carta de Intenção entregue ao FMI com a assinatura do Sr. Fernando Henrique Cardoso, na qualidade de Chefe Supremo da Nação Brasileira.

A privatização da Companhia Vale do Rio Doce teve absoluta prioridade, pois foi logo constatado que poderia ser conquistada com um lance de 3,3 bilhões de dólares, quando o patrimônio da Empresa já se achava criteriosamente avaliado em cerca de 5 trilhões de dólares.

Também a nossa gigantesca e estratégica rede de hidroeletricidade foi incluída na lista de prioridades, por ser o mais eficiente modelo de matriz energética, sem similar no mundo. Em 1982, 90% da energia brasileira era produzida em hidro sistemas de baixíssimo custo, tendo despertado, em razão disto, o especial interesse dos investidores estrangeiros e do Cartel Imperialista Multinacional dos Banqueiros.

PROJETO ANTIMILITAR

Na reunião de 1988 do Diálogo Interamericano, em Washington, com a organização já acrescida de novos membros, foram acordadas as políticas e estratégias a serem adotadas para a completa dominação da América Latina e do Caribe. A divulgação desse evento consistiu num breve documento sem pormenores, em função da gravidade dos assuntos tratados e da consequente necessidade de sigilo. Todavia, no livro O Complô (EIR, 1993, pág. 100) acha-se esta revelação: — “O traço marcante do relatório de 1988 do Diálogo Interamericano é o seu virulento ataque aos militares latino-americanos.”

O Diálogo Interamericano, em 1988, tinha setenta participantes, dentre os quais se destacavam, como personalidades brasileiras, o Sr. Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), financiado pela Fundação Ford, o Sr. Celso Lafer, Ministro do Desenvolvimento, e o Sr. Roberto Civita, presidente da Editora Abril.

Na reunião de 1992, o Diálogo Interamericano veio a contar também com a presença do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, como convidado do Sr. Fernando Henrique Cardoso. Foi debatida a situação dos militares latino-americanos, contrários à transformação do território dos seus países em imensas fazendas exportadoras de matérias primas e de produtos semimanufaturados e desvalorizados.

A grande preocupação dos países ricos deixou de se concentrar no combate aos movimentos comunistas (que, após o fim da guerra fria, já não eram considerados tão perigosos), passando a ser com as ações dos militares latino-americanos em defesa das respectivas soberanias nacionais.
Em fins de 1986, o Diálogo Interamericano aprovou um projeto que resultou na publicação, em 1990, do Manual Bush, uma obra antimilitar, que sugeria uma guerra econômica contra os militares latino-americanos, assinalando que “o nível de recursos destinados aos militares” deveria ser questionado e alterado, como uma das formas mais eficazes de “conter a influência das Forças Armadas nos países ao sul do Rio Grande”(fronteira com o México). Defendia também a substituição das forças armadas dos países subdesenvolvidos, notadamente os da América Latina, por forças regionais de defesa, com a denominação de Força Interamericana de Defesa.

O Sr. Fernando Henrique Cardoso, que, em 1982, como dissemos, fez parte do grupo fundador do Diálogo Interamericano, foi quem, a partir de 1995, em atendimento a essa política antimilitar para os países ibero-americanos, deu início ao sucateamento programado das nossas Forças Armadas, o qual até hoje persiste, pondo em grande risco a segurança da nossa Pátria.

O Sr. Fernando Henrique Cardoso também se curvou às recomendações feitas pelo Secretário de Defesa dos EUA, Sr. William Perry, quando de sua visita ao Brasil, em 1995, recomendações essas assim noticiadas pelo jornal O Globo, edição de 08/05/1995:

“O Governo dos EUA quer que as Forças Armadas de cada país passem a ser lideradas por um Ministro da Defesa que seja civil. A liderança civil dos sistemas de defesa fortalece tanto a democracia quanto as próprias Forças Armadas. Nós vamos incentivar isso, assim como a ideia de que haja uma transparência cada vez maior no intercâmbio de informações militares entre as três Américas”.

O historicamente comprometido Presidente da República Sr. Fernando Henrique Cardoso deu pleno atendimento à primeira ordem, criando, pela Lei Complementar 97/99 — imposta ao já então completamente desmoralizado e subserviente Congresso Nacional — o Ministério da Defesa. Essa lei tirou por completo a possibilidade de interferência que os antigos ministros militares tinham nas decisões do Governo. Converteu-os a todos em chefes permanentemente aturdidos e desprestigiados na caserna, por obra de um princípio da hierarquia e disciplina inteiramente desvirtuado, forjado pela Legião Colaboracionista, o qual, só recentemente e enfim, foi posto sob altiva crítica nos meios castrenses. É o que se vê da conferência proferida pelo General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, então Comandante do Exército na Amazônia, na primeira e histórica reunião do seminário “Brasil, ameaças à sua soberania”, proferida, em 16/04/2008, no Clube Militar do Rio de Janeiro, presentes no auditório lotado o General Luiz Cesário da Silveira Filho, então Comandante Militar do Leste, e o General Mario Matheus Madureira, então Chefe do Estado Maior do Comando Militar do Leste, além de importantes figuras de oficiais superiores da Ativa e da Reserva, em grande número, tendo o conferencista se apresentado em uniforme de campanha da mata.

O cumprimento da segunda ordem, no sentido de haver “uma transparência cada vez maior no intercâmbio de ações militares entre as três Américas”, ainda não está consumado. Mas houve um grande avanço nessa direção consubstanciado na assinatura, de um lado, pelo Sr. Nelson Jobim, como ministro da Defesa do Governo Brasileiro, e, de outro lado, pelo Sr. Robert Gates, como Secretário de Defesa dos Estados Unidos, do “Acordo sobre a cooperação em matéria de Defesa”. A formalidade da assinatura do acordo ocorreu em Washington, em 12/04/2010, estando o Sr. Nelson Jobim acompanhado da Sra. Dilma Rousseff, então Chefe da Casa Civil do Governo Brasileiro.


CONSENSO DE WASHINGTON

O que se denomina informalmente “Consenso de Washington” é o resultado de uma reunião havida na capital dos EUA, em novembro de 1989, entre funcionários do Governo Norte-Americano e organismos financeiros internacionais ali sediados — Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento — para ter-se uma lúcida avaliação das reformas econômicas a serem implantadas nos países da América Latina. Estiveram presentes diversos economistas latino-americanos e funcionários de diversas entidades internacionais envolvidas com a América Latina.

Embora com formato acadêmico e sem caráter deliberativo, o encontro propiciou oportunidade para a coordenação de ações por parte de entidades com importante papel nas reformas preconizadas. Por isto, apesar da sua natureza informal, acabou por se revestir de significação maior que a de muitas reuniões oficiais no âmbito dos foros multilaterais regionais.

A avaliação objeto do Consenso de Washington abrangeu dez temas:

1 — disciplina fiscal;
2 — priorização dos gastos públicos;
3 — reforma tributária;
4 — liberalização financeira;
5 — regime cambial;
6 — liberalização comercial;
7 — investimento direto estrangeiro;
8 — privatização;
9 — desregulação;
10 — propriedade intelectual.

Tudo sendo feito no pressuposto sabidamente falso do mercado autorregulador nas relações econômicas internas e externas.

Dos tecnocratas nomeados pelo Sr. Fernando Henrique Cardoso em seu primeiro mandato presidencial, para a implementação do Plano Real (Srs. Pedro Malan, Pérsio Arida, Edmar Bacha, Gustavo Franco e Bresser Pereira e Sra. Eliana Cardoso, entre outros), vários deles fizeram parte do grupo que participou da reunião em Washington, em 1989, durante a qual foi realizada a análise do diagnóstico da situação do Brasil elaborada pela Sra. Eliana Cardoso e pelo Sr. Daniel Dantas (preso por duas vezes seguidas e logo liberado pelo Supremo Tribunal Federal, possivelmente em razão de saber muitas coisas).

ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS

O Sr. David Rockefeller, numa das primeiras reuniões do Diálogo Interamericano, em 1982, disse, com extraordinária argúcia e surpreendente honestidade: — “Quem dominar a Companhia Vale do Rio Doce dominará a Amazônia.”

Não é, pois, sem motivo que os países do Primeiro Mundo põem tanto empenho em assegurar felicidade aos brasileiros índios, mandando para junto deles várias ONGs estrangeiras com as missões de espionagem e catequese antipatriótica e se revelando muito versados nos assuntos ligados às reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, no Estado de Roraima (a região é muito rica em minerais de altíssimo valor estratégico, entre eles os cobiçadíssimos manganês, urânio e nióbio).
Entre os mais vivos interessados em tudo o que se relaciona com a Amazônia Brasileira se insere, com lugar de honra, a Realeza Britânica, representada pelo Príncipe Charles.

A presença do Príncipe Charles no Brasil, precisamente quando a Suprema Corte de Justiça do nosso País se ocupava de questões ligadas a reservas indígenas, constitui um desafio ao brio patriótico do Povo Brasileiro, da criança de três anos ao ancião centenário, do mais humilde trabalhador braçal ao mais consagrado intelectual, do recruta ao oficial general, sem exceção admissível. Principalmente quando se considera que Sua Alteza está entre os que, lá fora, lá em cima, falando de cima para baixo, propugnam a balcanização da Amazônia e já se acham em desleal, descontraída, arrogante e ilegal ocupação de glebas imensas nessa nossa Região riquíssima, portentosa, majestosa, deslumbrante, para a qual já foi por nós planejado, com muita devoção e muito carinho, sempre atentos às informações e recomendações do Contra-almirante Roberto Gama e Silva*, um tratamento pioneiro que irá fascinar ainda mais toda a humanidade em paz com a consciência ecológica.

* Seus importantíssimos livros SÃO MESMO NOSSOS OS MINERAIS NÃO ENERGÉTICOS? — A quinta-coluna no setor mineral (1985), O ENTREGUISMO DOS MINÉRIOS (1988) e OLHO GRANDE NA AMAZÔNIA BRASILEIRA (1989).

COMENTÁRIOS DO PLEBISCITOS REVOLUCIONÁRIOS SOBRE A ESTRATÉGIA E A ATUAÇÃO DO CARTEL IMPERIALISTA MULTINACIONAL NO BRASIL

O CARTEL IMPERIALISTA MULTINACIONAL, A LEGIÃO COLABORACIONISTA BRASILEIRA, A MÍDIA BRASILEIRA E A RESISTÊNCIA PATRIÓTICA BRASILEIRA

A providência mestre do Cartel Imperialista Multinacional consistiu em estruturar a Legião Colaboracionista Brasileira, formada por pessoas oficial e respeitosamente tratadas como titulares da cidadania brasileira, mas por conta de prestar a melhor colaboração aos inimigos da Pátria, em troca de vantagens que vão dos pagamentos em dinheiro aos mimos às vaidades frívolas exacerbadas.

Na Legião Colaboracionista Brasileira — e nas alturas da hierarquia —, insere-se a elite colaboracionista detentora, operadora e controladora dos meios de comunicação de massa, ou seja, a elite colaboracionista detentora, operadora e controladora dos componentes materiais e humanos usados na formação da opinião pública brasileira. Portanto, a elite colaboracionista usurpadora da Mídia Brasileira.

Ficou cabendo à elite colaboracionista usurpadora da Mídia Brasileira, como principal missão, manter acuado, sob o temor da condenação moral pela sociedade como um todo ou pelos grupos sociais de que façam parte, os mais habilitados a contribuir eficazmente para o êxito da Resistência Patriótica. E a sua melhor atenção se voltou, obviamente, para as nossas Forças Armadas, as quais, em grande parte, conseguiu manter sob mordaça, afastando-as, por muito tempo, do processo decisório nacional, fazendo-as cautelosas em se manifestar sobre as agressões de que o País tem sido vítima, para não desabarem sobre elas montanhas inteiras de calúnias e infâmias.

Ocorre que essa desenvolta elite colaboracionista acabou por queimar os próprios navios. Não resistiu à tentação de visar à Instituição — o que já constituía uma temeridade — e àqueles que a encarnam. Atreveu-se a visar também à pessoa física do militar brasileiro, à figura humana do militar brasileiro, retratando-a para a sociedade como capaz dos piores crimes e a eles propensa. E, em sua empolgação, foi demasiadamente longe, não mais podendo voltar atrás e bater impunemente em retirada, pelos grandes e irreversíveis males que causou às Forças Armadas e ao País.

Realmente, a verdade acabou prevalecendo e o objetivo ambicioso não foi alcançado. Algumas reações vieram, as avalanches de injúrias e calúnias se precipitaram com toda fúria, represálias cruéis foram consumadas e toda a brutalidade empregada não foi suficiente para gerar a esperada desaprovação coletiva, em lugar desta tendo emergido, maravilhosamente, uma solidariedade e um carinho ainda maiores dispensados às nossas Forças Armadas e aos nossos militares justamente por quem mais merecedor se faz de solidariedade e carinho — o nosso grande, colossal exército de sofridos e honrados trabalhadores.

Não pode agora a Legião Colaboracionista Brasileira fugir ao rigoroso acerto de contas cuja vez chegou e vai fazer, a ela, sim, Legião Colaboracionista Brasileira — plutocrática, visceralmente mercenária, compulsivamente criminosa e friamente traidora da Pátria — alvo do desprezo, da abominação e da execração por parte de todos os que verdadeiramente honram o privilégio da cidadania brasileira.





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