terça-feira, 7 de outubro de 2014

O brasileiro tem memória curta!

REPASSEM. Um lembrete, à guisa de refrescar aquelas memórias toldadas por uma enxurrada de fraudes e manipulações da informação praticadas pela cínica, hipócrita, mercenária, corrupta e dissoluta midia burguesa interna e externa, vale a pena recordar as palavras de Joseph Pulitzer: " Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma".
LAPIDAR!!!
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externa com o objetivo de confundir e dividir o povo para melhor assaltar e conquistar os países em luta por sua soberania e independência real das garras do imperialismo sob a batuta de Uncle Sam -"Tio Sam" (EUA).
 
Negar esta verdade história é tarefa diuturna de jornais como "The Globe" e " Extra", "Estado de São Paulo", "Folha de São Paulo", redes de televisão "The Globe" channel 4, "Bandeirantes" channel 7, "SBT" channel 11 ( porta-vozes da burguesia cabocla apátrida, do Departamento de Estado dos EUA, gangues de Wall Street, estado sionista judaico (Israel), City londrina, multi e transnacionais. Isso sem falar na insana e criminosa tarefa de políticos vendidos, escroques e alienígenas do país a soldo desses bucaneiros modernos.
 
Em razão disso, os trilhões de dólares que usufruem por "serviços prestados à causa" os qualifica como mega-vendilhões da Pátria.
Acorda Brasil! "Deitado eternamente em berço esplendido" só dá cãimbra e pesadelos....

Situação deveras dramática e trágica.
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Em Domingo, 5 de Outubro de 2014 20:04, norton seng nortonseng@gmail.com> escreveu:
 

"O brasileiro tem memória curta!"
 
O conhecido adágio é seguido, tristemente, por outro que afirma que:
"O brasileiro só se interessa por novelas, futebol, samba, cerveja e carnaval!".
Além disso, parece que são muitos os que não conhecem, ou se esqueceram, dos deploráveis dois mandatos do apátrida Fhc. Por tudo isso, surpreende que ainda se dê espaço a essa farsesca figura que, segundo os incontáveis fatos, agiu como um títere do consórcio anglo-americano.
 
Se você ainda não leu, por favor, leia o livro da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders: “Quem pagou a Conta? A CIA na guerra fria da cultura”. O livro aponta as ligações entre a agência de espionagem CIA e o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso no período da guerra fria.
 
"A obra editada no Brasil pela Record, com tradução de Vera Ribeiro, “ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais, no ano de 1969, para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002”."
 
"São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator)."
 
Leia também o informativo livro: "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha).
 
Os fatos, inequivocamente, comprovam que as atuais fragilidades de nossa economia decorrem, principalmente, dos desastrosos 8 anos dos dois mandatos desse senhor que quebrou o país 3 vezes e que, entre tantos outros absurdos, criou, em 1999, o injusto 'Fator Previdenciário', um injusto redutor da aposentadoria (http://www.lsr-cit.org/nacional/25-nacional/659-lula-mantem-o-fator-previdenciario-mais-uma-traicao-contra-os-trabalhadores-e-o-direito-a-aposentadoria), e, além disso, entre tantos outros desmandos, o senhor Fhc congelou a massa salarial brasileira por 8 longos anos o que propiciou perdas irrecuperáveis no quantum salarial do povo brasileiro.
 
Outro fato curioso: o Fhc, bisneto de um Capitão do Exército e neto e filho de generais da mesma Arma, foi aposentado - de forma irregular - aos 39 anos. Mas mesmo assim ele teve a indelicadeza, a grosseria e a petulância de, desairosamente, chamar a maioria dos sofridos aposentados brasileiros, por tempo de serviço, de "vagabundos".
 
Enfim, uma pessoa que, também, por vários outros atos, agiu sem a devida lisura com a liturgia do cargo pois teve atitudes pessoais inadequadas com a investidura que assumira.
 
E quanto ao absurdo do 'Fator Previdenciário' devemos relembrar que nada obstante as promessas feitas durante a sua campanha, o senhor Lula da Silva, de forma traiçoeira, o manteve ao vetar, insensivelmente, a decisão do Congresso que, em votação, o abolira. A mesma conduta teve, lamentavelmente, a presidente atual. Parece óbvio, por esses e tantos outros fatos, que eles também sabem que "O brasileiro tem memória curta!" e é um povo silente, dormente e acomodado.
 
Para maiores esclarecimentos, veja a mensagem transcrita abaixo.
 
 Ernesto A. Brasileiro
26.09.2014
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---------- Forwarded message ----------
From: giovanni sbrocca
Date: 2014-09-26 10:33 GMT-03:00
Subject: O QUE TÊM A CIA,FHC,A GUERRA FRIA E A ESPIONAGEM?
 

Encaminhado por João Demétrio.
 
REPASSEM. DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA O CONHECIMENTO GERAL.

O que têm a ver a CIA, FHC, a guerra fria e a espionagem?
Comentário de Giovanni G. Vieira: É extenso o currículo de trampolinagens e traição ao país do "princípe dos sociólogos", o FHC -Fernando Henrique Cardoso --vendilhão-mór do patrimônio público, inclusive da gigantesca e altamente rentável Vale do Rio Doce.
 
 Além disso, FHC foi mentor e corruptor de parlamentares (milhões de reais) no cambalacho da ação para a aprovação de emenda à sua reeleição à presidência da República.
 
 Querem mais?
 
 Crédito : Blog do Miro
 
 A versão do Pravda na internet traz um texto em que analisa o livro da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders: “Quem pagou a Conta? A CIA na guerra fria da cultura”. O artigo aponta as ligações entre a agência de espionagem CIA e o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso no período da guerra fria. O Pravda se baseia em comentário sobre o livro na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa.
 
 Segundo o Pravda, a obra editada no Brasil pela Record, com tradução de Vera Ribeiro, “ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002”.
 
 Leia a reportagem na íntegra.
 
 Frances Stonor Saunders: Quem pagou a Conta? A CIA na guerra fria da cultura.
 
 Mal chegou às livrarias, o livro recém-lançado - Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura - já se transformou na “gazua” que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuídas, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano.
 
 A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
 
 O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. "Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).
 
 Dinheiro da CIA para FHC - "Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.
 
Fundação Ford - Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
 
Agente da CIA - Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos.
 
 Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA. Milhões de dólares.
 
 1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).
 
 2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).
 
 3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).
 
 4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).
 
 5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).
 
 6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45).
Pravda

Crédito : Blog do Miro
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