A negativa do povo da Islândia a pagar a dívida que as elites abastadas
tinham adquirido com a Grã Bretanha e a Holanda gerou muito medo no seio
da União Europeia. Prova deste temor foi o absoluto silêncio na mídia
sobre o que aconteceu. Nesta pequena nação de 320.000 habitantes a voz
da classe política burguesa tem sido substituída pela do povo indignado
perante tanto abuso de poder e roubo do dinheiro da classe trabalhadora.
O mais admirável é que esta guinada na política sócio-económica
islandesa aconteceu de um jeito pacífico e irrevogável. Uma autêntica
revolução contra o poder que conduziu tantos outros países maiores até a
crise atual.
Este processo de democratização da vida política que
já dura dois anos é um claro exemplo de como é possível que o povo não
pague a crise gerada pelos ricos.
Mais informações: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/25002/o+plebiscito+islandes+e+o...
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